Capa Edição 07

Todo bom gamer deve assinar uma revista de jogos pra se manter o mais informado possível, e não apenas isso, pra que você tenha acesso a informações exclusivas sobre jogos que vão sair.

Eu assino a revista, inicialmente não levei muita fé e fui mais pelo preço de lançamento que era barato, mas para minha sorte, tive uma ótima surpresa, a revista, antes de mais nada, o que pra mim é fundamental, tem capa reforçada e acabamento muito bem feito, em resumo, não é uma revista vagabunda que se desmancha depois de pegar umas 3 vezes na mão, é coisa boa, de qualidade!

O conteúdo, atende a todas as audiências, quem que apenas saber de jogos, e isso inclui todas as plataformas, PC, PS3, PSP, X360, Wii e Nintendo DS. Não só isso, mas a revista traz novidades também voltada ao mercado de jogos, de produtoras, e da parte de desenvolvimento.

Nas útlimas páginas de cada revista, existem artigos escritos por desenvolvedores de jogos, e entrevistas com algum BRASILEIRO atuante no mercado de jogos, trazem todas as informações sobre o profissional, onde estudou, formação, em que estúdio trabalha, que jogos fez ou está fazendo, como começou, é uma ótima fonte de informação pra quem deseja saber de TODAS AS ÁREAS sobre jogos.

Não é querer puxar saco não, mas eu gostei mesmo da revista. Ela vem com bastante imagens e fotos dos jogos, prévias e análises de jogos, muita coisa boa e de qualidade mesmo.

A revista é “filial” da revista de jogos de maior destaque na Europa, as matérias vem de lá e são traduzidas aqui, nem sempre é tudo feito integralmente, segundo os editores da EDGE Brasil, alguns artigos são especialmente desenvolvidos para o público brasileiro.

Segue um link para assinar a revista que está com preço promocional por tempo limitado, são 12 exemplares (1 ano) por R$ 98,34, acesse aqui.

E quem quiser acessar o site da EDGE do Reino Unido, acesse aqui.

Após uma longa pausa nos posts devido ao excesso de trabalho, estou de volta, e nada melhor do que começar o ano com vídeos com algumas das produções mais aguardadas, talvez deste ano, talvez para o próximo, mas de qualquer forma, são jogos que realmente vão fazer os dedos suarem antes mesmo de você colocar seus dedinhos no controle ou no teclado :)

Divirtam-se !

BATMAN ARKHAM ASYLUM 2

Nada mais comum do que esperar pela sequência do jogo baseado em HQ mais bem feito em toda a história dos videogames. Pra quem não jogou o primeiro aqui vai: Tá esperando o que?!

Plataformas: PC(Não confirmado), PS3 e 360

MEDAL OF HONOR

Um jogo que certamente vai mecher com o brio da turma fã do Call of Duty, e, porque não, da Infinity Ward. Um concorrente a altura e quem sai ganhando é o jogador. Pelo que pode ser visto no vídeo o visual está mesmo impressionante, e além de tudo o jogo promete ter uma excelente narrativa. Outro fato positivo do jogo é que o modo multiplayer dele está sendo desenvolvido pela DICE, ninguém mais competente pra criar um bom modo multiplayer do que os desenvolvedores da série Battlefield.

Plataformas: PC, PS3 e 360

STAR WARS THE FORCE UNLEASHED II

Sendo fã de Star Wars como eu, sempre gosto de jogos com Jedis, de preferência que eu possa controlá-los, não há muitas informações no trailer, mas o que se pode deduzir pelo que é falado é que provavelmente poderemos escolher entre o lado negro e o lado da luz da força. Outra coisa que deve ser notada é que o estilo de sabre de luz mudou, o personagem segura dois sabres, o que pode indicar que o jogador poderá escolher qual tipo de sabre de luz deseja usar. Mas só poderemos saber mais mesmo quando informações oficiais forem reveladas.

Plataformas: PC (Não confirmado), PS3 e 360

HALO REACH

Agora que sou um proprietário de um XBOX 360, não poderia deixar este de fora, uma das melhores narrativas disponíveis para shooters até hoje, jogo que consegue envolver o jogador na sua estória. Ao que tudo indica o jogador deve passar mais tempo acompanhado de companheiros, ao contrário das outras versões em que você passa a maior parte do tempo sozinho, neste jogo a impressão que dá é que você terá um esquadrão te acompanhando sempre. Seria legal se fosse algo parecido com o Star Wars Republic Commando, não acham?

Plataformas: Exclusivamente para 360

prlogo

Estava a pouco procurando servidores no www.game-monitor.com para jogar o FH2, uma vez que o único servidor com ping razoável era o Wolf e este se encontrava vazio, estava na busca por outros. Listando os servidores a situação me pareceu um pouco desoladora pra quem estava acostumado a encontrar vários servidores com bastante gente jogando o Forgotten Hope 2, que vem a ser um mod da segunda guerra.

Aí resolvi procurar por servidores do Eve of Destruction, Point of Existence, Operation Peacekeeper. Mods de grande nome no passado, hoje se contentam com poucos jogadores, somando talvez todos os mods citados, não conseguimos chegar a soma alcançada pelo Project Reality. Mas porque, o que fez com que o Project Reality tivesse tanto sucesso que os outros mods não tiveram?

Pensei, e repensei, não quero criar motivos absolutos, pois estão inclusas muitas variáveis nesta equação, não posso dizer simplesmente “é isso”, mas acho que posso citar alguns pontos que diferenciam Project Reality dos demais mods, algo que se sobressai sobre todos os outros.

De uma forma mais superficial podemos observar os seguintes pontos:

1. “Squad-based teamplay”

Acho que no início esse foi o grande causador de impacto do PR, e vem a ser o seu ponto mais forte. Os jogadores viam um atributo do jogo original (Battlefield 2) muito sub-utilizado, a proposta de jogo em squad estava sendo mal aproveitada e principalmente explorada. O jogo não recompensava o esquadrão que jogasse junto, se o resto do time não cooperasse, seria como nadar e morrer na praia. A desordem geral do time era grande demais para que um pequeno esquadrão pudesse vencer o jogo sozinho, times bem organizados tinham imensa vantagem sobre o outro, mas apenas um esquadrão não podia salvar a pátria, já que o foco do Battlefield 2 não era excencialmente organização, mas sim dar a liberdade do jogador escolher o seu próprio estilo de jogo, fosse ele em equipe ou sozinho apenas para “fragear”. PR recompensou os esquadrões, e o tempo de respawn extendido fez os jogadores verem a importância da organização e da movimentação bem pensada. Times desorganizados, isso aliado a estratégia de captura de pontos no mapa, que deveria ser feita numa certa ordem, neste caso organização é fundamental para manter a defesa dos pontos de controle do mapa.

2. “Reality”

Simplesmente isso, “realidade”. Os jogadores buscam experiências diferentes do jogo original quando jogam um mod. PR oferece isso, num jogo orientado ao trabalho em equipe, comunicação é fundamental, e isso trouxe uma abordagem realista ao jogo, o tempo de respawn foi aumentado, diminuindo a precocidade da vida no jogo, ou seja, os jogadores jogam com mais cautela, um pensamento totalmente diferente do Battlefield 2 original. Em resumo, tornaram mais real :)

3. “Game-balance”

O mod trouxe algo que os jogadores do BF2 não estão habituados. Armas, veículos e todo o resto do arsenal tem seus usos balanceados e até mesmo limitados como é o caso de algumas armas, e são eficazes apenas para aquilo a que são propostos. Um tanque realmente tem poder de botar os inimigos para correr, diferente do Battlefield 2. Helicópteros e aviões possuem um uso mais tático, não servem para ficar matando a esmo, é uma poderosa arma contra blindados por exemplo, mas um anti-aéreo realmente bota um helicóptero pra correr, se não fossem os sensores para despistar o sensor de calor do míssil nesta hora, com certeza os helicópteros soltariam outra coisa…. E o melhor de tudo, se o seu time perder um veículo, vai ter que esperar um bom tempo antes de outro veículo reaparecer novamente, este tempo varia de acordo com a importância estratégica do veículo, ou seja, pode significar uma derrota.

Conclusão

Em resumo, o que quero mostrar é que, PR oferece uma experiência totalmente diferente do Battlefield 2 original, e essa experiência acontecia com outros jogos no Battlefield 1942. Forgotten Hope era o que existia de mais realista na época do Battlefield 1942, algo inédito ao jogo original. Hoje Battlefield 2 está mais evoluído, muitas coisas do jogo foram melhoradas, o jogo em si se tornou mais completo, e pouco pôde ser adicionado em termos de experiência aos mods. A movimentação, os gráficos, tudo permanece igual de acordo como Battlefield 2 é, mas Project Rreality traz um total desprendimento do BF2, tornando a experiência realmente inovadora.

Creio que o desprendimento de Battlefield 2, que o Project Reality possui, venha a ser sua maior vantagem sobre os outros mods, não apenas por se tratar de guerra moderna, mas porque PR realmente melhorou aquilo que era fraco no Battlefield 2, vide o jogo baseado em esquadrões, alguns servidores até mesmo expulsam jogadores que não entram em um esquadrão.

De forma alguma Project Reality vem a ser melhor do que os outros mods porque a proposta é diferente, mas existe uma ligação forte entre os demais mods para com o jogo original, em alguns casos apenas armas ou veículos novos foram adicionados nos mods, ou um tema diferente foi apresentado, mas isso pára por aí. Project Reality foi além e trouxe algo realmente novo e diferente, o mod poderia ter fracassado em alcançar o seu objetivo de representar realidade, mas o sistema de esquadrões no jogo foi a chave para que o mod se tornasse um grande sucesso.

E além de tudo isso tem provado uma coisa, o perfil dos jogadores é diferente, talvez muitos nem mesmo sabem que gostam, mas em geral os jogadores estão buscando mais realidade, querem experiências mais realistas, sólidas e duradouras nos jogos, o que conta muito. PR também exige muito mais dos jogadores, existem muitas coisas para aprender do jogo, uma série de regras e funções existentes, e isso também é um problema do mod em geral, tanto que existe até um manual específico de como jogar. E as vezes isso torna o jogo pouco receptivo a novos jogadores, tanto pela dificuldade de entender o jogo, quanto da compreensão por parte dos outros jogadores.

ruse_logo

Queria ter passado por essa experiência, o nível de controle do jogo deve ser bem maior, só pela telona já valia a pena. Confiram no vídeo abaixo:

R.U.S.E. é um jogo de estratégia massivo com mapas em larga escala, e está sendo produzido pela Ubisoft. Uma data para o lançamento está para ser divulgada ainda este ano.

O jogo estará disponível para PC, PS3 e XBOX 360.

Hoje estou inaugurando uma seção nova no site, com uma lista de futuros lançamentos para PC.

Ali constam jogos já conhecidos, que têm o nome feito, e jogos novos, que prometem conquistar fãs.

Assim fica mais fácil de acompanhar os próximos lançamentos e quando eles vão sair. Não deixe de adicionar sua sugestão de jogo, ou de completar as datas dos jogos que não possuem data definida.

Next Tomb Raider will be open-world

O site Gamersyde conseguiu informações supostamente vazadas da Crystal Dynamics a respeito de uma sequência da série Tomb Raider, bem como das novidades que o jogo irá trazer. O jogo terá conceitos totalmente novos para a franquia. Os detalhes não poderiam deixar de ser mais surpreendentes, para início de conversa, o jogo será recomendado para público jovem/adulto(16+), na sigla americana ele foi recomendado para o público M (Mature), e agora o mais fascinante, o jogo será em mundo aberto para livre exploração – numa ilha misteriosa habitada por criaturas estranhas. De fato, a série está sendo mudada radicalmente, já que o estilo que consagrou a série hoje em dia já não tem o mesmo apelo de antigamente. Podemos esperar muitas coisas novas no jogo, e esperamos que seja para melhor!

O enredo – Quando uma tempestade subitamente destrói o seu barco de pesquisa, uma jovem e inexperiente Lara Croft se acha perdida numa ilha misteriosa nas proximidades do Japão. Apesar dos vários sinais de que o lugar tenha sido habitado, tudo está deserto, uma sensação estranha toma conta de Lara e sons parecem emergir das sombras. Apenas com a sua determinação, força interior, e a capacidade de sobrivivência Lara poderá superar os desafios de uma difícil e impiedosa jornada por uma vasta ilha selvagem, passando por catacumbas claustrofóbicas e ameaçadoreas no subsolo que remetem ao passado da ilha. Enquanto ela luta e explora, Lara será testada até seus limites e forçada a se adaptar as condições impostas para poder sobreviver, ela terá de escapar de predadores letais que ficam a espreita em cada movimento dela.

Caçe ou seja caçado – Engane, seja evasivo, persiga e mate os inimigos misteriosos que a perseguem.

Sobreviva – Ataque e defenda nas lutas para sobreviver aos combates com armas rústicas.

Armas estratégicas – Ganhe vantagem no combate encontrando uma série de armas de curto e longo alcance, incluindo uma variedade de armas de fogo, e a melhor arma para um caçador, o arco-e-flecha.

Sobrevivência criativa – Reaja e adapte-se à ilha usando apenas o que você puder pegar do ambiente, como machados para escalar, cordas e facões que podem ser usados para destrancar novas opções de jogabilidade.

Movimento livre – Escale paredes, corra e salte sobre grandes abismos, sobreviva e explore o ambiente difícil da ilha.

Um mundo coesivo – A região da ilha é um playground vivo com criaturas, clima e eventos naturais.

Estória da origem – Esse novo conceito do Tomb Raider reinicia a franquia explorando as origens de Lara Croft, acompanhe a sua transformação em uma experiente aventureira enquanto você desvenda a estória por trás do passado misterioso da ilha.

Um vídeo disponibilizado recentemente pela Bohemia mostra o poder da engine do jogo, no vídeo, é mostrada uma batalha com 1000 entidades controladas por inteligência artificial, em termos de jogos isso requer MUITO processamento do computador.

Esclarecendo apenas que não aparecem as mil unidades na tela, mas considerando o fato de que existem aviões, helicópteros e tanques, todos precisam calcular trajetória, o que consome muito processamento de uma máquina e por mais que o jogo seja pesado por si só, não deixa de ser um grande feito.

O vídeo possui modo HD.

gta4_pos

Eu nem vou fazer review do GTA 4, além de atrasado, estaria sendo redundante com relação as características do jogo, porque ele já foi “reviewzado” diversas vezes, largamente discutido em fóruns e debulhado até o último byte de cor do jogo.

Mas eu analisei algumas coisas no jogo (ui, o analizador falando) e notei um aspecto que agora me leva a escrever este artigo, com relação ao jogo e aos jogos que apresentam essa mesma característica.

A moda hoje é fazer jogos dinâmicos. De exploração aberta, do tipo, faça o que quiser, como quiser, quando quiser, na ordem que quiser. E a mais recente moda tem sido: finais alternativos (blergh).

Vou explicar.

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Enigmáticos e misteriosos os trailers do Modern Warfare 2, liberados pela Infinity Ward, tem deixado os fãs anciosos. A cada trailer que sai, os trailers são minunciosamente observados e analisados para que se encontre possíveis referências para novas informações a respeito do jogo.

A alguns dias foi liberado um novo trailer, mas com imagens in-game, confiram:

Além do trailer, a revista PSM3 conseguiu novas informações:

  • Missões de mergulho submarino;
  • Uma missão se passará no Rio de Janeiro;
  • Uma missão na Sibéria no modo campanha;
  • Veículos serão introduzidos; (provavelmente jogáveis)
  • Uma missão apenas de helicóptero;
  • Uma missão num navio tanque [de óleo];

Algumas informações puderam ser percebidas no primeiro trailer lançado, mas nada melhor do que tirar a dúvida :)

UPDATE

A pouco saiu mais um trailer mostrando um pouco (pouco mesmo, na verdade, um flash praticamente) de uma missão que se passa no Rio de Janeiro. Confiram ele:

Fonte: Total Call of Duty

flash_games copy

Vi no Twitter de um amigo este jogo, realmente viciante.

Trata-se de um jogo onde você controla um trebuche, você deve ir lançando as pedras e tentar derrubar o castelo, aniquilando todos que estiverem lá. O jogo é tem um mapa, que você vai avançando de forma linear, a cada fase a dificuldade aumenta, e juntamente, você ganha novos tipos de “munição”, como pedras pequenas, médias, grandes e até explosivos.

O jogo tem física, o que dá toda a graça ao jogo pelo nível de interação entre os objetos.

Confira o jogo em:

http://haznos.org/crush-the-castle-2/

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