Esclarecimento sobre Rage e a versão para o Xbox 360

Logo que eu estava escrevendo aqui, já tinha saído a atualização mas lá vai da mesma forma, ontem foi divulgada uma informação no site 1UP de que a id Software (ET:Quake Wars, Quake, Doom), iria ter que “capar” o jogo Rage devido a falta de espaço nos discos de DVD, a notícia alegava que no PC a quantidade de dados que você pode colocar é praticamente ilimitada, no PS3 é de até 25 Gigas, e já no Xbox 360 com seus discos de 6 até 8 Gigas a coisa seria mais complicada.

Segundo o site, um dos membros da id, Tim Willits, o jogo teria várias áreas abertas para exploração. Mas como essas áreas não caberiam no 360, eles tiveram de cortar o número de áreas exploráveis no 360 para 2, e assim conseqüentemente para as outras duas plataformas anteriormente citadas. A idéia é dividir o jogo em 2 discos na versão do Xbox 360.

Mas essa afirmação já foi desmentida, o próprio membro da companhia, Tim Willits, negou que o conteúdo foi cortado do jogo, contrariando as informações divulgadas no site ad 1UP. Ao invés de áreas do jogo serem cortadas, ele disse que eles mudaram plano inicial de ter 5 ou 6 áreas menores para apenas 2 áreas, só que maiores, assim sendo “para o 360…seria melhor de jogar com uma área grande em cada disco, dessa forma não haveria carregamento entre estas áreas”.

Fonte: Kotaku

CEO da id Software gostaria de continuação do filme “Doom”

O CEO da id Software, Todd Hollenshead, disse que gostaria de ver outro filme do Doom, mas um que seja baseado no próximo título da franquia, que está sendo desenvolvido mas ainda não possui nome definitivo

Segundo ele, a experiência de fazer um filme foi muito boa, e que muitas lições foram aprendidas com o primeiro filme. A Universal, produtora do filme, ainda possui os direitos para fazer outro filme do Doom, o que quer dizer que ainda é possível que haja uma sequência para o filme.

Ele aposta que o novo jogo da série causará bastante “barulho”, e que isso pode, talvez, atrair a atenção da Universal, e fazer com que eles iniciem um novo projeto baseado no jogo.

Fonte: Kotaku

Wolfenstein: Enemy Territory, teamplay com ação que deu certo

Quando chegaram as conexões ADSL onde moro, lembro que este deve ter sido o primeiro senão o segundo jogo multiplayer que eu joguei na vida. Passei ótimos momentos jogando ele, um jogo ótimo, balanceado e divertido na época.

Este jogo é ainda muito jogado nos dias de hoje, infelizmente, devido a popularidade dele ter aumentado muito, começaram a acontecer muitos problemas de casos de cheaters e afins, que acabaram arruinando a experiência da maioria dos jogadores.

Mas vou falar da jogabilidade, veja isto como uma análise de conceito de jogo. O Wolf:ET (nome abreviado) foi um dos primeiros jogos a introduzir o conceito de classes. Existiam 5:

  1. Soldier – Soldados tinham acesso a armas pesadas. (bazuca, mg)
  2. Engineer – Classe especial, podia efetuar reparos, colocar, armar e desermar minas. Além de poder plantar a dinamite, que era usada para destruir objetivos no jogo.
  3. Medic – Classe especial, podia ressucitar amigos mortos e distribuir pacotes de primeiros socorros, para restaurar a vida dos amigos.
  4. Field Ops – Classe especial, podia chamar artilharia e distribuir munição.
  5. Covert Ops – Classe especial, podia pegar a roupa dos inimigos mortos e se disfarçar, tinha acesso a armas silenciosas e rifles de sniper, além de um explosivo detonado por rádio.

O interessante do jogo, é que ele recompensa os jogadores que jogam junto, que cooperam.

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