Star Wars Battlefront Review – Rico em detalhes, pouca inspiração

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Fazia muito tempo que os fãs de Star Wars aguardavam um novo jogo da saga, já que uma boa parte dos jogos mais recentes decepcionou. E os fãs de Battlefront mais especificamente, já estavam sedentos por uma continuação, considerando o tempo que não saía um novo título da franquia.

Para estes fãs, Battlefront da EA é um jogo a altura?

Resposta curta: Não. Mas tem potencial.

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GameXperience: Star Wars Battlefront [BETA]

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Qualquer fã de Star Wars se sentia meio carente de games baseados na saga. Considerando que excelentes games foram lançados antigamente, como Star Wars Jedi Knight, Jedi Academy, Rogue Squadron, Republic Commando entre tantos outros.

Essa seca durou um bom tempo (estou desconsiderando Star Wars Lego por motivos óbvios) mas finalmente, o tempo de seca está com os dias contados.

Após jogar durante 3 dias o beta (ou demo) do Star Wars Battlefront produzido pela DICE e distribuído pela EA, foi possível chegar a algumas conclusões, as quais, compartilhamos a seguir.

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GameXperience – The Witcher 3: Wild Hunt

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Enfim o dia chegou, The Witcher 3 foi lançado. Aguardado por fãs e por pessoas que nunca tinham jogado um jogo da série na vida, a expectativa era a mesma: a de um jogo que seria o marco da nova geração de consoles e que prometia quebrar a barreira no PC.

The Witcher 3 traz um conceito novo e diferente, principalmente se o compararmos aos grandes nomes do mercado de RPG de mundo aberto como Fallout e The Elder Scrolls, por não ter um personagem muito customizável e ser orientado a uma história baseada em uma série de livros.

Pois bem, alguns peitinhos de fora e muitos monstros e bestas assassinados, a GameXperience fez uma análise do jogo, e o que encontramos não foi bem o que os reviews declaram, pra nós o que importa é a experiência de jogo, não se o mundo é (apenas) grande, aberto ou bonito. (Spoiler: não é apenas isso)

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Análise: Wargame Red Dragon

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Wargame Red Dragon é a sequência do jogo Wargame Airland Battle e Wargame European Escalation, ambos games que fizeram sucesso dentro da sua pequena comunidade.

O Wargame faz algo que poucos jogos fizeram, é um projeto grande e ambicioso da produtora francesa Eugen Systems. Cada detalhe do jogo foi cuidadosamente projetado e balanceado, criando um complexo sistema que enche os olhos dos fãs de jogos de estratégia. Conhecer as unidades e sua efetividade em Red Dragon, faz toda a diferença.

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Análise: Banished

header[1]Os fãs de SimCity se sentiram traídos e também irados com o descaso da EA no lançamento do SimCity 5. Bem dizer, a maioria sequer conseguia jogar, e uma série de problemas de design do jogo frustraram os gamers.

Fazer essa comparação acaba sendo inevitável, entretanto pense que o Banished esteja numa categoria diferente e a parte do Sim City. Banished traz um renovo pra categoria de games de construção, com uma nova sistemática que é implacável com o jogador e se torna um dos games mais desafiadores.

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[Análise] Spec-Ops: The Line

Logo

O game foi lançado em Junho de 2012, entretanto apenas recentemente consegui colocar minhas mãos no jogo para o XBOX 360. As impressões e comentários sobre o game disponíveis na web criaram uma grande expectativa e por conta disso resolvi que devia dar uma chance ao game.

O game foi desenvolvido por um estúdio sem renome, a Yager Development, o que em condições normais não contribui para decidir sobre a aquisição do jogo. O jogo foi distribuído pela 2K Games.

A história se passa em Dubai, após a cidade ser devastada por uma tempestade de areia o 33º Batalhão de Infantaria do Exército Americano é enviado para realizar a evacuação das pessoas da cidade. O Exército perde contato com o batalhão e algum tempo depois recebe uma mensagem por rádio em repetição na voz do Coronel Konrad, afirmando que uma tentativa de extração dos sobreviventes da cidade resultou em fracasso total com muitas baixas civis.

É aí que entra o protagonista (você), o capitão Martin Walker e seus dois companheiros, Lugo e Adams.

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Análise: The Walking Dead Season I (Telltale Games)

WALKING DEAD LOGO

Na Black Friday a Steam Store estava com promoções realmente imperdíveis, durante a compra adicionei ao meu carrinho de compras um estilo de game que costumava a jogar muito antigamente, e que francamente, eu nem levava fé.

Jogos do tipo point-and-click não costumam estar na minha lista de compras, mas mesmo assim dei uma chance ao The Walking Dead, game que foi produzido pela Telltale Games e que estava com um baita desconto nas promoções da Steam Store.

Ao jogar os primeiros minutos, para minha surpresa e admiração o jogo não era totalmente poin-and-click, você tem controle sobre o personagem em si!

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[XBOX360] Micro-Review Darksiders

Em breve estaremos jogando Darksiders II, cujo protagonista será Death e o lançamento está previsto para Junho. Para quem não conhece a série, segue uma pequena análise do primeiro jogo.

Darksiders quando foi lançado, era uma aposta da THQ. O jogo deveria concorrer com God of War do PS3, será que conseguiram?

Intro

No jogo, você comanda WAR, um dos quatro cavaleiros do Apocalipse, algum anjo engraçadinho inventou de começar o Apocalipse antes da hora e você (WAR) entrou na fria. Agora estão armando contra você, tanto céu quando inferno querem a sua cabeça e agora, cabe ao protagonista WAR dar um jeito nisso.

O jogo

A primeira coisa que você vai notar é que, nas primeiras horas de jogo, quando você ainda é o WAR “fraquinho”, desprovido de seus poderes, você vai achar o jogo cansativo e repetitivo… porque é.

Os golpes se resumem a pressionar o botão de ataque repetidas vezes. Como você ainda está nos estágios iniciais, os combos são bem bobos. Algo que torna isso ainda mais evidente é o fato de que os inimigos, mesmo os mais fracos necessitam de muitos golpes pra serem derrotados e por isso o jogo começa a se tornar enfadonho.

Passadas as etapas mais iniciais, você começa a entender o enredo do jogo e a estória vai se desenrolando. Os seus poderes vão sendo restaurados conforme você progride no jogo e novas armas vão surgindo.

Armas e equipamentos

WAR, não faria jus ao nome se não dispusesse de um grande arsenal certo? E aí talvez seja um dos pontos fracos do jogo, os equipamentos só vão aparecendo no decorrer do jogo, conforme o enredo progride, ao mesmo tempo que isso dá uma refrescada na jogatina, pra não ser tão repetitiva, quando você realmente tem algum poder e quando consegue armas diferentes, você já está próximo de terminá-lo. Poderiam ter acelerado a aquisição dos poderes logo no início para que seja possível aproveitar melhor a jogatina.

Este tem sido um dos pontos mais criticados no jogo, Darksiders é um jogo que precisa de um pouco de fé no início (apocalipse, Deus, anjos, fé… conveniente não acham?) pra que você possa entender a experiência do jogo.

Cenários

Os cenários apesar de se resumirem em áreas fechadas, podem ser revisitados pra que você possa pegar algum item que esqueceu ou explorar alguma outra área.

Conforme novos equipamentos aparecem pra você, novas áreas de cenários que você já visitou se tornam acessíveis, como no caso do grapling hook (gancho), onde você pode se pendurar em alguns pontos.

A produtora do jogo fez uso coerente dos ambientes, o cenário é bem atrativo ainda que os gráficos do jogo decepcionem.

Conclusão

Darksiders é um jogo que vale a pena ser jogado, ele é bom, tem potencial. Mas só vamos saber se ele realmente terá condições de se tornar um “blockbuster”, com a vinda do sucessor de War em Darksiders II.

GTA IV: Pós-jogo

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Eu nem vou fazer review do GTA 4, além de atrasado, estaria sendo redundante com relação as características do jogo, porque ele já foi “reviewzado” diversas vezes, largamente discutido em fóruns e debulhado até o último byte de cor do jogo.

Mas eu analisei algumas coisas no jogo (ui, o analizador falando) e notei um aspecto que agora me leva a escrever este artigo, com relação ao jogo e aos jogos que apresentam essa mesma característica.

A moda hoje é fazer jogos dinâmicos. De exploração aberta, do tipo, faça o que quiser, como quiser, quando quiser, na ordem que quiser. E a mais recente moda tem sido: finais alternativos (blergh).

Vou explicar.

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